Olhares Nomadas | Nomad Eyes | Miradas Nómadas

(projecto audiovisual social) olhar es desde dentro / seeing is from within

No hia ma

Filed under akha, asia, cine, comunidad, comunity, corto, doclisboa, documental, encuentro, indigena, laos, naturaleza, nature, olhares nomadas, phongsaly, television, tribu, trip, viajar, video by nomad eyes on 21-09-2009

<param name="src" value="http://olharesnomadas.blog.com/wp-admin/” /><embed width="800" height="600" type="application/x-director" src="http://olharesnomadas.blog.com/wp-admin/” sound=”true” progress=”true” autostart=”true” swstretchstyle=”none” swstretchhalign=”none” swstretchvalign=”none” />


Doc, Mini-Dv (2ccd-bluefree), 27 Min, Lao.

Este filme foi projectado nodoclisboa_09

VII Festival Internacional de Cinema
Na secção “Competição nacional- Curtas” e no

Krakow International Film Festival



Sinopse

Os Akha são uma tribo indígena originalmente da Mongólia em constante migração. Som Thone é um rapaz akha, que a os 22 anos foi estudar a capital, Vientianne. Acabados seus estudos vai trabalhar na oficina de turismo onde nos conhecemos e decidimos ir juntos até a sua aldeia natal. Uma viagem onirica sobre o encontro.

“As vezes eu serei o teu guia, as vezes tu serás o meu guia” Som Thone

Este filme é um dos 8 filmes do projecto “Olhares nómadas em Ásia”, projecto audiovisual que propõe habitar e conectar realidades, num esforço de alargar o espectro de entendimento dentro e entre as comunidades e culturas. Integrando o processo criativo no quotidiano das pessoas. Uma viagem de 8 meses, do Japão até a Índia. De bicicleta, de camioneta, de comboio, a pé, á boleia, de canoa, ao encontro de comunidades, tribos, mosteiros, ong´s, aldeias e cidades.

O encontro, as suas sementes, raízes e potenciais …

The Akha are an indigenous community original from Mongolia in constant migration. Som Thone is a young akha. When he was 22 years old he went to study in Vientianne, the capital of Lao. After finishing his studies he started working in the tourist office of Phongsally, the nearest city to his village. We met there and decided to go on this journey together, to his native land. A dreamlike trip tale about the meeting itself.

“Sometimes I´ll be your guide, sometimes you´ll be my guide” Som Thone

This is one of the 8 films of “Nomad eyes in Asia”, an audiovisual project proposing to inhabitate and connect realities, in an effort of extending the spectrum of understanding inside and between the communities and cultures. Sharing the process of filmaking and joining this to the daily life of the people involved. A trip of 8 months, from Japan till India. By bike, bus, train, walking, hichiking, canoa, ferries, … Meeting with different communities, tribes, monasteries, ngo´s and individuals.

The meeting, it´s seeds, roots and potentials …

Realização/Direction: ?lex

Edição/Edition: Anouk Devillé/?lex

Tradutor & guia/Translator & guide: Som Thone

Som/Sound: Andre Castro/Manuel Campos/Miguel Cabral

Produção/Production: c.e.m/Terratreme/Optec

Equipa/Team: ?lex, Anouk Devillé, Som Thone, Miguel Cabral, Ainhoa Vidal, André Castro, Andre Tasso, Alban Nicholas Haal, Max Rosenheim, Cristina Vilhena, Sofia Neuparth.

Obrigado/Thanks: Alejandro Perez, Ana Rosenheim, Bianco Akha village, Constança Givone, Escalera Karacola, Familia Bi, Fernando Campos, Gonçalo Tocha, Helena Dias, Ibercin, Isaak Erdoiza, Joana Louçã, Laura bañuelos, Mªjoana Figueiredo, MªTeresa García, Patricia Leal, Paula Gallego, Paula Petreca, Paulo Robalo, Rita Bargão, Victor Gomez, Violeta Buckley.

Con tacto: olharesnomadas@gmail.com


Sinopse longa:

Os Akha são uma tribo indígena originalmente da Mongólia. Gráficos Genealógicos mostram 70 gerações Akha, colocando o início da sua civilização, pelo menos 1500 anos atrás. A agitação civil levou-os a migrar praticamente toda a sua existência, embora eles acabaram sitiados em Yunan, província do sudoeste da China, durante um período significativo de tempo. A influência chinesa e tibetana redefiniu a sua cultura. A guerra, uma vez mais, levou-os a viajar para o sul, deixando vestígios da civilização Akha na Birmânia, Tailândia, Laos e Vietname. O nomadismo tornou-se parte do seu problema inerente, já que estes países não aceitam facilmente esses refugiados, e isto conduz a uma ruptura na cultura e linguagem. Phongsaly é o extremo norte de Laos, fronteira com Yunan. Tribos originárias da china, Tibete e Birmânia convergem cã, longe do circuito turístico, da electricidade, os hospitais e as estradas. A situação deste povo esta a mudar drasticamente, as autoridades estão a fazer um plano que visa congregar varias aldeias em núcleos, abandonando os remotos lugares nos que agora vivem, tendo maior acesso a médicos, agua, electricidade … mas deixando a questão de identidade de cada etnia em perigo, ao mesmo tempo que surgem novos problemas como a malaria.Som Thone é um rapaz akha, que a os 22 anos foi estudar a capital, Vientianne. Acabados seus estudos vai trabalhar na oficina de turismo de Phongsaly, onde nos conhecemos e decidimos ir juntos até a sua aldeia natal. Uma hora de camioneta e outra de canoa ate chegar a primeira comunidade, onde vivem as tribos que gostam de viver perto do rio. Seis horas de caminhada ate o topo da montanha e encontramos antigos vizinhos dele que nos levam ate a sua aldeia. Montes de crianças com triciclos de madeira sobem e descem.A aldeia esta por acima das primeiras nuvens que nascem com o sol. O dia começa bem cedo para as mulheres que já estão a limpar, dar de comer aos porcos e as galinhas , moer o grão, cozinhar e ir trabalhar a terra (elas tratam de quase tudo) Eu convido a eles a filmarem mas não querem, escolhem o seu local preferido para eu fazer lhes uma fotografia e é então que este filme se torna uma viagem-conto-onirico sobre o encontro. O encontro entre mi e Som Thone e a aldeia Akha. O encontro de som Thone e a familia Akha com a camara, como uma forma de viajar a outra realidade, como um espelho nele que te ves pela primeira vez. Assim, este filme reflecte como os encontros são leiçoes de vida nas que todos somo guias dos outros pela simpleza de sermos diferentes.

As vezes eu serei o teu guia, as vezes tu serás o meu guia Som thone

Leave a Reply

Subscribe to RSS Feed Rss